Ouvi por aí… 172

Paris Hilton, milionária, presa por porte de cocaína:

Achei que fosse um chiclete.

Tony Blair, ex-primeiro ministro britânico, em sua biografia:

Uísque ou gim-tônica antes do jantar, duas taças de vinho durante. Meia garrafa, até. Nada excessivamente excessivo.

Ferreira Gullar, poeta

Sempre fui contra a ideia de ditar um caminho para a arte. A arte é algo que se descobre a cada momento.

Alberto Dines, jornalista:

Eu resumo a história do JB em dois períodos. Um século de glória e duas décadas de agonia.

Luiz Fernando Pezão, vice governador do Estado do RJ, prometendo mas não explicando que a bandidagem está indo para o interior:

Vamos tirar o fuzil das ruas do Rio até 2014.

Maria de Fatima Estevão, doméstica, explicando como vai votar:

Escolho na hora. Para o pobre não faz muita diferença mesmo.

Lula, falando com conhecimento de causa:

Aprendi uma coisa na minha vida: mentira tem perna curta.

Lula, na maior cara de pau:

É possível fazer uma campanha com nível elevado. Ninguém precisa tentar transformar a família em vítima. Ninguém precisa ficar dizendo que está descobrindo o sigilo não sei de quem. Cadê este tal de sigilo que não apareceu até agora? Cadê o vazamento das informações?

Fernando Gabeira, candidato a governador do RJ, sobre as pesquisas eleitorais:

O Ibope tem relação com o PMDB.

Sérgio Cabral, elogiando o ex-deputado Alvaro Lins, preso em Bangu 1, em discurso no ano de 2006:

Ter, na Assembléia Legislativa, um deputado com a inteligência, com a vibração, a energia, o caráter de Alvaro Lins é fundamental para mim, como governador do Estado do Rio de Janeiro.

José Serra, sobre a quebra do sigilo fiscal de sua filha:

Utilizar a filha dos outros para ganhar eleição, só me lembrava de o Collor ter feito com o Lula. Agora a turma da Dilma está fazendo a mesma coisa.

Marina da Silva, sobre o mesmo assunto:

Tem um problema grave acontecendo. Se é político é grave. Se não é político, é gravíssimo.

Dilma Rousseff, se justificando:

Foi um malfeito.

Roberto Romano, professor de ética e política da UNICAMP, sobre as recentes quebras de sigilo de dados pessoais:

Se houvesse punição exemplar, não haveria essa sucessão de casos semelhantes. Houve o caso do Francenildo, o dossiê da Ruth Cardoso, o caso do Eduardo Jorge. Estamos assistindo é à absoluta perda de um dos esteios do Estado.

One thought on “Ouvi por aí… 172

  1. Em 2006 tinham sido presas cinco pessoas envolvidas com a milícia. No governo já foram quase 500 pessoas envolvidas com a milícia. E aquelas pessoas que aparecem no vídeo estão em presídio de segurança máxima fora do Estado do Rio.

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