Paris Hilton, milionária, presa por porte de cocaína:
Achei que fosse um chiclete.
Tony Blair, ex-primeiro ministro britânico, em sua biografia:
Uísque ou gim-tônica antes do jantar, duas taças de vinho durante. Meia garrafa, até. Nada excessivamente excessivo.
Ferreira Gullar, poeta
Sempre fui contra a ideia de ditar um caminho para a arte. A arte é algo que se descobre a cada momento.
Alberto Dines, jornalista:
Eu resumo a história do JB em dois períodos. Um século de glória e duas décadas de agonia.
Luiz Fernando Pezão, vice governador do Estado do RJ, prometendo mas não explicando que a bandidagem está indo para o interior:
Vamos tirar o fuzil das ruas do Rio até 2014.
Maria de Fatima Estevão, doméstica, explicando como vai votar:
Escolho na hora. Para o pobre não faz muita diferença mesmo.
Lula, falando com conhecimento de causa:
Aprendi uma coisa na minha vida: mentira tem perna curta.
Lula, na maior cara de pau:
É possível fazer uma campanha com nível elevado. Ninguém precisa tentar transformar a família em vítima. Ninguém precisa ficar dizendo que está descobrindo o sigilo não sei de quem. Cadê este tal de sigilo que não apareceu até agora? Cadê o vazamento das informações?
Fernando Gabeira, candidato a governador do RJ, sobre as pesquisas eleitorais:
O Ibope tem relação com o PMDB.
Sérgio Cabral, elogiando o ex-deputado Alvaro Lins, preso em Bangu 1, em discurso no ano de 2006:
Ter, na Assembléia Legislativa, um deputado com a inteligência, com a vibração, a energia, o caráter de Alvaro Lins é fundamental para mim, como governador do Estado do Rio de Janeiro.
José Serra, sobre a quebra do sigilo fiscal de sua filha:
Utilizar a filha dos outros para ganhar eleição, só me lembrava de o Collor ter feito com o Lula. Agora a turma da Dilma está fazendo a mesma coisa.
Marina da Silva, sobre o mesmo assunto:
Tem um problema grave acontecendo. Se é político é grave. Se não é político, é gravíssimo.
Dilma Rousseff, se justificando:
Foi um malfeito.
Roberto Romano, professor de ética e política da UNICAMP, sobre as recentes quebras de sigilo de dados pessoais:
Se houvesse punição exemplar, não haveria essa sucessão de casos semelhantes. Houve o caso do Francenildo, o dossiê da Ruth Cardoso, o caso do Eduardo Jorge. Estamos assistindo é à absoluta perda de um dos esteios do Estado.
Em 2006 tinham sido presas cinco pessoas envolvidas com a milícia. No governo já foram quase 500 pessoas envolvidas com a milícia. E aquelas pessoas que aparecem no vídeo estão em presídio de segurança máxima fora do Estado do Rio.